FIO CORPO TERRA | 25/11

A Exposição é um desdobramento da autorresidência de verão vigiai e bordai / 2ª edição – dos sentidos do fio, realizada na Serrinha do Alambari/RJ em janeiro de 2017.
A proposta nasceu do desejo de ativar a tessitura sensorial e perceptiva, gerar trocas e pensar o ato de bordar como ato político e orgânico. O fio se apresenta como tecnologia para promover encontros.

Treze artistas, uma curadora, um chefe de cozinha, malas, fios, mulheres, homens, crianças, cachorro, casa, confiança, panos, fio,comida, panelas, árvores, livros, vela, louça na pia, café com bolo no meio da tarde, fio, livro, choro, sorrisos, pausa, cabelo, infância, teatro, educação, proteção,pensamento, texto, têxtil, tear, fio, diálogo, ancestral, roupa de cama, figurino,agulha, contemporâneo, filhos, Memória, paisagem, ritmo, oração, rizoma,caquinhos, experiência, conectores, corpo, tese, abismos, fio, respiração, rede, descolonização,fio, plantas, vida ,gente, sexo, chá, morte, performance, fio, pedra, sol, água, fio,terra, fogo, ar, éter, arte vida viva. Fio.

Quantos sentidos podemos adquirir a partir da experiência com o fio?
A proposta e idealização da segunda auto residência vigiai e bordai- dos sentidos
do fio, nasceu de uma pergunta. Pergunta sem resposta que se transforma em muitas outras.
A matéria sugere, guarda um corpo de memória. Devaneios,limites e transgressões.
Linguagem dentro da linguagem.
O fio é orgânico.
Tecer é enunciar.

acompanhamento curatorial : Maria Catarina Duncan
Idealização da Residência : Mariana Guimarães
Chefe de Cozinha: Mauricio Vieira.

 

Publicado por em 24 de novembro de 2017.