Luiza Maria Interlenghi

Doutor
Mestre em Historia Social da Cultura, PUC-RJ;
Mestre em Curatorial Studies, CCS, Bard College, Anandale, NY, EUA
Acesse o currículo Lattes

Luiza Maria Interlenghi


Mestre em História Social da Cultura, PUC-RJ (1994) e Curatorial Studies, CCS, Bard College, NY (2002), é Professora do Dep. de Artes, PUC-RJ. Pesquisa a produção da arte contemporânea no Brasil nas décadas de 1990 e 2000, com interesse na percepção de instabilidade do campo da arte e nas estratégias dos artistas de intervenção institucional e de redefinição dos espaços da arte. É curadora de Desenlace – Teresa Serrano e Miguel Angel Rìos, Oi Futuro Flamengo, 2013, e de diversas exposições de arte contemporânea. É autora de vários textos para exposições entre as quais a mostra itinerante Beatriz Milhazes: Um itinerário gráfico, SESC – Nacional (2012). Na Funarte – RJ e SP, curou Da rua que pintura é essa? (2009). Nas Cavalariças da EAV – RJ, co-curou Nudez e Território, Faperj – Edital de Apoio à Produção e Divulgação das Artes no Estado do Rio de Janeiro (2009) e dirigiu a EAV-Parque Lage (2008). Coordenou Exposições Temporárias no Museu Nacional de Belas Artes, (2005-06) onde co-curou Limite como Potência, entre outras exposições. Diretora do MAC-CE (2003-04), criou o Fala de Artista um ciclo de depoimentos e debate sobre a arte cearense e curou as exposições Experimental de intervenções urbanas e de ocupação das galerias do MAC-CE, além de Horas a Fio, de Elida Tessler, com uma grande instalação site-specific. Integrou comissões de seleção e premiação de vários salões de arte.
A dissertação de mestrado O Jogo de Espaço – As Esculturas de Franz Weissmann em História Social (1994) destaca o período informal, na trajetória do escultor construtivo. Esta etapa, pouco discutida, repercutiu na escala adotada pelo artista e, permitiu a reconsideração da poética neoconcreta. Como projeto de conclusão do mestrado no CCS, NY, curou Shift com trabalhos de Danielle Web, Franklin Cassaro, Fernanda Gomes e Lúcia Koch, voltados para deslocamentos na percepção dos limites institucionais da arte por meio de estratégias simples de intervenção na galeria. Ainda em Nova York realizou a sessão de vídeos Something Nothing – A Passport to the State of Flux e pesquisou o Fluxus, tendo colaborado com Skuta Helgason em Fluxus Genetics, ambos na Art in General (2001). Foi curadora de Stroke, instalação de Ana Linneman na White Box Gallery, NY (2000). Na Funarte (1987- ) coordenou o Projeto Macunaíma, foi curadora e publicou diversos ensaios.

Palavras-chave: , ,