Ana Hupe

Doutor
Doutora em Linguagens Visuais pelo PPGAV - UFRJ, 2016.
Mestre em Artes, 2011, UERJ.
Bacharel em Comunicação-social, jornalismo, Puc-Rio.
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Ana Hupe


Ana Hupe, (www.anahupe.com)
Doutora em Linguagens Visuais pelo PPGAV – UFRJ (2016) [um ano de pesquisa na Universität der Künste, Berlim, com a artista Hito Steyerl]
Mestre em Artes pela UERJ
Bacharel em comunicação social pela PUC-Rio

Ana Hupe (1983) dedica-se a reunir uma contra-memória que desmanche o arquivo colonial. Sua pesquisa localiza-se na fronteira entre escrita e artes visuais. São investigações sobre invisibilidades, desde a formulação de histórias cujas palavras não dão conta de seus sentidos plenos até a abordagem dos alijados da fala pública. Os trabalhos apresentam-se como formas experimentais de ler e escrever e atravessam situações sociais ligadas a práticas de descolonização.  Entre 2012 e 2014, lecionou na graduação em Artes Visuais da EBA-UFRJ. De 2009 a 2013, foi artista integrante do coletivo OPAVIVARÁ!

Exposições individuais:
2016: (Re) Leituras para mover o Centro, no C.M. Helio Oiticica, RJ; Leituras para mover o Centro, CCBB-RJ, cur. Natália Quinderé, projeto vencedor do Prêmio CCBB Contemporâneo;
2015: Bordas Borradas bordões borrões, na Portas Vilaseca Galeria, RJ e Entrelinha, cur. Julieta Roitman, Parque das Ruínas, Santa Teresa, FotoRio;
2014: O Verso, cur. Bernardo Mosqueira, na galeria Ibeu, RJ e em 2013: Mira intensamente las palabras hasta que dezaparescan, La Ene, Buenos Aires.

Dentre as residências, destacam-se Kunstkvarteret Lofoten (Noruega), Greatmore House Art studios (África do Sul), Gambiarra Lab, Favela da Maré, RJ. Participou de diversas coletivas, entre as quais: O que vem com a Aurora?, galeria Casa Triângulo, SP; Primavera nos dentes, Galeria Lume, SP; The artist is hidden. Manuel Vason: intimate collaborations.  Solyanka State Gallery, The 6th Moscow Biennale of Contemporary art, special project. Rússia; Txt, Casamata, RJ; Trabalha-dores do cu, Maus Hábitos, Portugal; Virei Viral, CCBB, RJ; Novas Aquisições 2014, MAM-RJ. Realizou curadoria de O Corte, Rumos Itaú Cultural 2015, trabalho de Cecilia Cipriano. Em 2014, é uma das ganhadoras do Prêmio de Honra ao Mérito Arte e Patrimônio, IPHAN, Paço Imperial, RJ. Expõe na SP-Arte, no Laboratório Curatorial, Trepa-trepa no campo expandido, em 2012, curadoria: Bernardo Mosqueira; e no stand da Portas Vilaseca Galeria, em 2015; participa de Invisible whole 2, LASALLE College of the arts, Singapura; de Floating Gestures, Berlim; de Perto de nós (Projeto Aura), Porto Alegre; do projeto Transnational Dialogues, Kreuzberger Pavillon, Berlim, da Mostra Performatus, Central galeria, SP.

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