Manifestações do informalismo na gravura artística, nos anos 50/60

Maria Luisa Tavora, líder de pesquisa

O projeto objetiva o estudo das manifestações do informalismo na gravura artística, nos anos 50/60, produzida por artistas-gravadores atuantes no Rio de Janeiro e coordenado pela Profª Drª Maria Luisa Luz Távora, propondo a formulação de um quadro mais amplo das experiências informais e seu entendimento nos anos 50/60, a pesquisa vem realizando a análise e a seleção dos textos críticos relativos às obras gráficas mapeadas como significativas na tendência. Resultados parciais destas análises foram apresentadas nos encontros nacionais de 2009 e 2010 da ANPAP (Associação Nacional dos Pesquisadores em Artes Plásticas) e do CBHA (Comitê Brasileiro de História da Arte). Propõe-se uma análise das obras selecionadas numa abordagem fenomenológica (Ponty e Bachelard) e incorporação de alguns aspectos do pensamento existencialista de Sartre. A pesquisa vem possibilitando uma aproximação à natureza das manifestações informais, fundadas na intuição, na sensibilidade e na experiência existencial. Trata-se de um processo de revisão historiográfica da manifestação do Informalismo no Brasil, seus artistas, suas questões e a literatura crítica que gerou, concentrando-se na produção da gravura artística. Esta pesquisa concorre para a inserção qualitativa da gravura no contexto artístico brasileiro.

Pesquisas

O Atelier de l’Ermitage de Johnny Friedlaender e o Ateliê livre de gravura do MAM-Rio: Questões da gravura como meio expressivo Maria Luisa Tavora
Poéticas e questões do informalismo na gravura artística: Rio de Janeiro – anos 1950/60 Maria Luisa Tavora